Quem coleciona Funko Pop no Brasil cedo ou tarde esbarra na mesma frustração: encontra uma figura interessante em um vídeo ou em um post estrangeiro e descobre que ela simplesmente não aparece nas lojas daqui. Isso não é acaso. Boa parte do catálogo da Funko nunca chega ao mercado brasileiro, e outra parte chega em quantidade tão pequena que some em poucos dias.
Existem alguns sinais que ajudam a reconhecer uma peça exclusiva antes de gastar tempo procurando.
O primeiro é o selo na caixa. A Funko usa adesivos para marcar tiragens especiais, e cada varejista tem o seu. Selos de convenção, como os de San Diego Comic-Con e New York Comic Con, indicam edições limitadas de evento. Selos de rede indicam exclusividade de varejo. Nenhum desses selos aparece em figuras de distribuição geral.
O segundo sinal é a ausência da peça nas listagens nacionais. Se o personagem tem dezenas de resultados lá fora e nenhum aqui, ou apenas anúncios de importadores individuais, a figura provavelmente não teve distribuição oficial no Brasil.
O terceiro é o preço. Uma figura de linha comum costuma circular numa faixa previsível. Quando o mesmo número aparece custando várias vezes mais, o que está sendo cobrado é a raridade, não o boneco.
Vale um cuidado prático na hora de comprar de fora. Nem todo anúncio internacional vem dos Estados Unidos, e a origem muda o prazo e a chance de a figura ser genuína. Confira sempre de onde o vendedor envia antes de fechar, e leia o que a página informa sobre tributação, porque a compra internacional tem impostos cobrados à parte do valor do produto.
No grupo do PromosHunter fazemos uma rodada diária só de exclusivos internacionais, com critério de exclusividade e não de desconto. A ideia é simples: mostrar o que não se encontra no Brasil.
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